Este post deveria ter sido escrito por Guel, uma vez que assistiu ao filme ainda antes de entrar em cartaz, numa pré-estreia em Paulínia, a nova Hollywood brasileira, mas ele não quis, é um rapaz dos números enquanto eu migrei dos números para os verbetes, há muito tempo...
Então, se tem que ser eu, vamos lá!
Filme falado em português não demandava grandes estratégias, do grego στρατηγική, então fomos aqui em Campina Grande mesmo, num Sábado à noite, depois de uma ida ao super mercado, onde aproveitamos inclusive, para comprar umas guloseimas: amendoins cobertos de chocolate e M&M´s.
[Acaba de começar o show de Rihanna no Rock In Rio, vou dividir minhas atenções agora]
Wagner Moura é Zero, um físico que está tentando descobrir uma nova fonte de energia quando de repente é transportado para o passado, justo no dia que sua vida se transformou definitivamente e é ai que ele vê a oportunidade de mudar a história da sua vida.
Zero + Helena = - 20 anos
E o momento crucial de sua vida foi no dia do baile em que começou e terminou o seu namoro com
Helena, a musa da faculdade e grande amor da sua vida.
Helena é
Alinne Moraes, ou
Alinne Moraes é
Helena, acho que é isso, e só de assisti-la cantando
Tempo Perdido valeu à pena:
"Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo...
Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder...
Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!...
Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos...
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo...
Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens...
Tão Jovens! Tão Jovens!..."
Esta cena é a minha favorita do filme e
Wagner Moura também canta, mas desde que eu o vi com a
Sua Mãe em
Salvador no ano passado eu tenho mais convicção de que como cantor ele é um grande ator.
Ah, uma coisa que me chamou a atenção, me surpreendendo positivamente, foram os efeitos especiais do filme, gostei bastante, legal ver o cinema nacional evoluindo em todos os sentidos assim.
O próximo filme nacional que quero ir assistir é
O Palhaço, dirigido e estrelado por
Selton Mello, o melhor ator da nova geração.
Encerro por aqui, esperando por
Umbrella e
Please Don´t Stop The Music, direto do
Rock In Rio.